Leigos Missionários Combonianos

Daniel Comboni – Paixão pela Missão. Amor até o fim!

Comboni

Deixamos para vocês um novo vídeo sobre São Daniel Comboni.

Preparado pelos missionários combonianos no Brasil, ele nos fala sobre o Comboni histórico assim como os estímulos que a vida de nosso fundador continua a nos desafiar hoje.

São Daniel Comboni (1831-1881)

Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco para o Dia Mundial Das Missões de 2019

Papa Francisco
Papa Francisco

[20 de outubro de 2019]

Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo

Queridos irmãos e irmãs!

Pedi a toda a Igreja que vivesse um tempo extraordinário de missionariedade no mês de outubro de 2019, para comemorar o centenário da promulgação da Carta apostólica Maximum illud, do Papa Bento XV (30 de novembro de 1919). A clarividência profética da sua proposta apostólica confirmou-me como é importante, ainda hoje, renovar o compromisso missionário da Igreja, potenciar evangelicamente a sua missão de anunciar e levar ao mundo a salvação de Jesus Cristo, morto e ressuscitado.

O título desta mensagem – «batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo» – é o mesmo do Outubro Missionário. A celebração deste mês ajudar-nos-á, em primeiro lugar, a reencontrar o sentido missionário da nossa adesão de fé a Jesus Cristo, fé recebida como dom gratuito no Batismo. O ato, pelo qual somos feitos filhos de Deus, sempre é eclesial, nunca individual: da comunhão com Deus, Pai e Filho e Espírito Santo, nasce uma vida nova partilhada com muitos outros irmãos e irmãs. E esta vida divina não é um produto para vender – não fazemos proselitismo –, mas uma riqueza para dar, comunicar, anunciar: eis o sentido da missão. Recebemos gratuitamente este dom, e gratuitamente o partilhamos (cf. Mt 10, 8), sem excluir ninguém. Deus quer que todos os homens sejam salvos, chegando ao conhecimento da verdade e à experiência da sua misericórdia por meio da Igreja, sacramento universal da salvação (cf. 1 Tm 2, 4; 3, 15; Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 48).

A Igreja está em missão no mundo: a fé em Jesus Cristo dá-nos a justa dimensão de todas as coisas, fazendo-nos ver o mundo com os olhos e o coração de Deus; a esperança abre-nos aos horizontes eternos da vida divina, de que verdadeiramente participamos; a caridade, que antegozamos nos sacramentos e no amor fraterno, impele-nos até aos confins da terra (cf. Miq 5, 3; Mt 28, 19; At 1, 8; Rm 10, 18). Uma Igreja em saída até aos extremos confins requer constante e permanente conversão missionária. Quantos santos, quantas mulheres e homens de fé nos dão testemunho, mostrando como possível e praticável esta abertura ilimitada, esta saída misericordiosa ditada pelo impulso urgente do amor e da sua lógica intrínseca de dom, sacrifício e gratuidade (cf. 2 Cor 5, 14-21)!

Sê homem de Deus, que anuncia Deus (cf. Carta ap. Maximum illud): este mandato toca-nos de perto. Eu sou sempre uma missão; tu és sempre uma missão; cada batizada e batizado é uma missão. Quem ama, põe-se em movimento, sente-se impelido para fora de si mesmo: é atraído e atrai; dá-se ao outro e tece relações que geram vida. Para o amor de Deus, ninguém é inútil nem insignificante. Cada um de nós é uma missão no mundo, porque fruto do amor de Deus. Ainda que meu pai e minha mãe traíssem o amor com a mentira, o ódio e a infidelidade, Deus nunca Se subtrai ao dom da vida e, desde sempre, deu como destino a cada um dos seus filhos a própria vida divina e eterna (cf. Ef 1, 3-6).

Esta vida é-nos comunicada no Batismo, que nos dá a fé em Jesus Cristo, vencedor do pecado e da morte, regenera à imagem e semelhança de Deus e insere no Corpo de Cristo, que é a Igreja. Por conseguinte, neste sentido, o Batismo é verdadeiramente necessário para a salvação, pois garante-nos que somos filhos e filhas, sempre e em toda parte: jamais seremos órfãos, estrangeiros ou escravos na casa do Pai. Aquilo que, no cristão, é realidade sacramental – com a sua plenitude na Eucaristia –, permanece vocação e destino para todo o homem e mulher à espera de conversão e salvação. Com efeito, o Batismo é promessa realizada do dom divino, que torna o ser humano filho no Filho. Somos filhos dos nossos pais naturais, mas, no Batismo, é-nos dada a paternidade primordial e a verdadeira maternidade: não pode ter Deus como Pai quem não tem a Igreja como mãe (cf. São Cipriano, A unidade da Igreja, 4).

Assim, a nossa missão radica-se na paternidade de Deus e na maternidade da Igreja, porque é inerente ao Batismo o envio expresso por Jesus no mandato pascal: como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós, cheios de Espírito Santo para a reconciliação do mundo (cf. Jo 20, 19-23; Mt 28, 16-20). Este envio incumbe ao cristão, para que a ninguém falte o anúncio da sua vocação a filho adotivo, a certeza da sua dignidade pessoal e do valor intrínseco de cada vida humana desde a conceção até à sua morte natural. O secularismo difuso, quando se torna rejeição positiva e cultural da paternidade ativa de Deus na nossa história, impede toda e qualquer fraternidade universal autêntica, que se manifesta no respeito mútuo pela vida de cada um. Sem o Deus de Jesus Cristo, toda a diferença fica reduzida a ameaça infernal, tornando impossível qualquer aceitação fraterna e unidade fecunda do género humano.

O destino universal da salvação, oferecida por Deus em Jesus Cristo, levou Bento XV a exigir a superação de todo o fechamento nacionalista e etnocêntrico, de toda a mistura do anúncio do Evangelho com os interesses económicos e militares das potências coloniais. Na sua Carta apostólica Maximum illud, o Papa lembrava que a universalidade divina da missão da Igreja exige o abandono duma pertença exclusivista à própria pátria e à própria etnia. A abertura da cultura e da comunidade à novidade salvífica de Jesus Cristo requer a superação de toda a indevida introversão étnica e eclesial. Também hoje, a Igreja continua a necessitar de homens e mulheres que, em virtude do seu Batismo, respondam generosamente à chamada para sair da sua própria casa, da sua família, da sua pátria, da sua própria língua, da sua Igreja local. São enviados aos gentios, ao mundo ainda não transfigurado pelos sacramentos de Jesus Cristo e da sua Igreja santa. Anunciando a Palavra de Deus, testemunhando o Evangelho e celebrando a vida do Espírito, chamam à conversão, batizam e oferecem a salvação cristã no respeito pela liberdade pessoal de cada um, em diálogo com as culturas e as religiões dos povos a quem são enviados. Assim a missio ad gentes, sempre necessária na Igreja, contribui de maneira fundamental para o processo permanente de conversão de todos os cristãos. A fé na Páscoa de Jesus, o envio eclesial batismal, a saída geográfica e cultural de si mesmo e da sua própria casa, a necessidade de salvação do pecado e a libertação do mal pessoal e social exigem a missão até aos últimos confins da terra.

A coincidência providencial do Mês Missionário Extraordinário com a celebração do Sínodo Especial sobre as Igrejas na Amazónia leva-me a assinalar como a missão, que nos foi confiada por Jesus com o dom do seu Espírito, ainda seja atual e necessária também para aquelas terras e seus habitantes. Um renovado Pentecostes abra de par em par as portas da Igreja, a fim de que nenhuma cultura permaneça fechada em si mesma e nenhum povo fique isolado, mas se abra à comunhão universal da fé. Que ninguém fique fechado em si mesmo, na autorreferencialidade da sua própria pertença étnica e religiosa. A Páscoa de Jesus rompe os limites estreitos de mundos, religiões e culturas, chamando-os a crescer no respeito pela dignidade do homem e da mulher, rumo a uma conversão cada vez mais plena à Verdade do Senhor Ressuscitado, que dá a verdadeira vida a todos.

A este respeito, recordo as palavras do Papa Bento XVI no início do nosso encontro de Bispos Latino-Americanos na Aparecida, Brasil, em 2007, palavras que desejo transcrever aqui e subscrevê-las: «O que significou a aceitação da fé cristã para os povos da América Latina e do Caribe? Para eles, significou conhecer e acolher Cristo, o Deus desconhecido que os seus antepassados, sem o saber, buscavam nas suas ricas tradições religiosas. Cristo era o Salvador que esperavam silenciosamente. Significou também ter recebido, com as águas do Batismo, a vida divina que fez deles filhos de Deus por adoção; ter recebido, outrossim, o Espírito Santo que veio fecundar as suas culturas, purificando-as e desenvolvendo os numerosos germes e sementes que o Verbo encarnado tinha lançado nelas, orientando-as assim pelos caminhos do Evangelho. (…) O Verbo de Deus, fazendo-Se carne em Jesus Cristo, fez-Se também história e cultura. A utopia de voltar a dar vida às religiões pré-colombianas, separando-as de Cristo e da Igreja universal, não seria um progresso, mas uma regressão. Na realidade, seria uma involução para um momento histórico ancorado no passado» [Discurso na Sessão Inaugural (13 de maio de 2007), 1: Insegnamenti III/1 (2007), 855-856].

A Maria, nossa Mãe, confiamos a missão da Igreja. Unida ao seu Filho, desde a encarnação, a Virgem colocou-se em movimento, deixando-se envolver-se totalmente pela missão de Jesus; missão que, ao pé da cruz, havia de se tornar também a sua missão: colaborar como Mãe da Igreja para gerar, no Espírito e na fé, novos filhos e filhas de Deus.

Gostaria de concluir com uma breve palavra sobre as Pontifícias Obras Missionárias, que a Carta apostólica Maximum illud já apresentava como instrumentos missionários. De facto, como uma rede global que apoia o Papa no seu compromisso missionário, prestam o seu serviço à universalidade eclesial mediante a oração, alma da missão, e a caridade dos cristãos espalhados pelo mundo inteiro. A oferta deles ajuda o Papa na evangelização das Igrejas particulares (Obra da Propagação da Fé), na formação do clero local (Obra de São Pedro Apóstolo), na educação duma consciência missionária das crianças de todo o mundo (Obra da Santa Infância) e na formação missionária da fé dos cristãos (Pontifícia União Missionária). Ao renovar o meu apoio a estas Obras, espero que o Mês Missionário Extraordinário de outubro de 2019 contribua para a renovação do seu serviço missionário ao meu ministério.

Aos missionários e às missionárias e a todos aqueles que de algum modo participam, em virtude do seu Batismo, na missão da Igreja, de coração envio a minha bênção.

Vaticano, 9 de junho – Solenidade de Pentecostes – de 2019.

FRANCISCO

Avaliação dos formandos e convívio com a presença de familiares

LMC Portugal
LMC Portugal

Nos dias 12, 13 e 14 de Julho de 2019, decorreu em Viseu (Portugal), mais um encontro de formação da associação LMC.

Como chega ao fim mais um ano de formação, há que fazer a devida avaliação do percurso individual feito pelos formandos, daí que não foi seguido e exposto um tema formativo.

No dia 12, ao fim da tarde, começaram a chegar os primeiros formandos. É sempre uma alegria enorme cada reencontro! Entre sorrisos e abraços, cada um se cumprimenta e conta as novidades! Todos se sentem bem-vindos a esta casa missionária que tão bem nos acolhe!

No sábado iniciamos o dia, como é habitual, com a celebração da Eucaristia na capela grande, aberta a toda a comunidade local.

Depois do pequeno-almoço dirigimo-nos todos para o cenáculo, onde foi exposto o Santíssimo Sacramento. Assim, diante do Senhor, foi possível rezar e refletir no percurso feito ao longo do último ano de formação. Muitas questões se nos colocam e é necessário encontrar as respostas, as minhas respostas, para cada uma delas! Analisando o passado, aproveitando o presente para nos interrogarmos diante do Senhor da Missão, encontramos respostas e tomamos decisões para o futuro, um futuro que queremos viver com Ele e para Ele, seja onde for e com quem Ele assim quiser!

Renovados e fortificados pelo Espírito Santo fomos, um a um, reunir com a Equipa Coordenadora. E assim se foi passando o dia, o grande dia de avaliação, em que todos desejávamos que fosse positiva.

LMC Portugal

Vários Leigos Missionários Combonianos com experiência de missão e, alguns com os seus filhos, juntaram-se a nós para a oração do fim da tarde. Que bonito foi ver o envolvimento das crianças nesta oração! Rezámos, sobretudo, por todos os membros da associação LMC que se encontram em terras de Missão ad gentes. Que a nenhum deles, em momento algum, falte a proteção e a esperança! Como é forte este desejo de nos mantermos unidos em oração! Em Jesus Cristo, que nos envia, e no Espírito Santo que nos acompanha, acreditamos que nada há a temer!

No Domingo, depois da oração da manhã e do pequeno-almoço, começaram a chegar os nossos familiares para passarem connosco este dia em ambiente de festa e convívio! Todos se apresentaram, depois das boas-vindas do padre Francisco Medeiros, e a leiga Vânia passou à apresentação de tudo o foi feito pelos LMC ao longo do ano, dando enfase às notícias que nos foram chegando da República Centro Africana, da Augusta e da Cristina; do Perú, da Paula e da Neuza; do Brasil, da Liliana e seu marido Flávio; de Moçambique, da Marisa e da Etiópia, do Pedro e da Carolina. Perante a emoção dos familiares destes leigos, vimos fotos e vídeos que retratam bem o que é ser missionário junto dos mais pobres e desfavorecidos!

Logo de seguida tivemos o testemunho da Maria Augusta, acabadinha de chegar da República Centro Africana. Na sua simplicidade e simpatia foi-nos contando os acontecimentos, aventuras e desaventuras mais recentes.

Seguiu-se a Eucaristia, momento forte do dia, com a partilha da Palavra e do Pão, assim como da Fé e Carisma Comboniano que nos une a todos.

Depois do almoço partilhado, onde as mesas se encheram e nada faltou, seguiu-se, pela tarde fora o convívio entre todos. Com brincadeiras, jogos, cantares, anedotas e outras coisas mais, nos divertimos à grande e à portuguesa.

Um muito obrigada a todos, sobretudo aos formadores e equipa Coordenadora, que nos acompanharam por mais um ano!

LMC Portugal

Glória Rocha

Faz o teu coração ser missão – fim de semana de espiritualidade comboniana de 2019

LMC Portugal
LMC Portugal

No mês de junho, o nosso encontro não foi o normal encontro de formação em Viseu, mas um encontro em família comboniana na Maia, o fim-de-semana de espiritualidade comboniana, que aí acontece todos os anos e é preparado e organizado pela Comissão da Família Comboniana. Este ano reunimo-nos aí, nos dias 28, 29 e 30 de junho, com o tema “faz o coração ser missão”, tema do ano para a Família Comboniana.

Foi um encontro muito bonito! Primeiro, participou um grupo pouco numeroso mas muito diversificado, o que enriqueceu em muito as perspetivas e partilhas sobre os temas abordados! Depois, foi um encontro muito rico em temas de reflexão mas também no convívio em família comboniana, reforçando entre todos laços de amizade e comunhão.

Durante a manhã de sábado, após a oração da manhã falou-nos D. António Couto, bispo de Lamego, com o tema “o coração na Bíblia”. Aprofundámos o sentido bíblico do coração, o seu significado. De seguida, olhámos para o que significa “ser missão” e D. António partilhou algumas perspetivas sobre ser missão e realizar trabalho missionário nos dias e circunstâncias de hoje, concretizando com alguns testemunhos concretos de grupos e pessoas que realizam hoje um trabalho missionário muito frutuoso.

Depois partilhámos entre os participantes sobre o tema formativo dado pelo bispo de Lamego, respondendo a algumas perguntas de reflexão por ele deixadas.

De tarde, foi a irmã Arlete, missionária comboniana, quem nos falou. Falou da vida de são Daniel Comboni, da sua “paixão do coração” pela África, da sua “cordialidade”, ou seja, como o seu coração se movia por todos e “guardava todos no coração”, da sua devoção ao Coração de Jesus.

Depois, voltámos a partilhar em grupos sobre o que ouvimos, procurando refletir juntos no modo de viver hoje e nas circunstâncias de hoje esta mesma paixão e entusiasmo de Comboni.

LMC Portugal

Ao fim do dia, celebrámos a missa e depois tivemos uma sardinhada, onde pudemos conversar, conviver, fortalecer laços de amizade! Um momento muito bonito e agradável!

No domingo, após a oração da manhã, juntámo-nos todos para expormos e partilharmos o que no dia anterior tinha sido refletido em pequenos grupos. A partir daí houve novas partilhas, novas reflexões e foi um momento de meditar juntos e enriquecermo-nos mutuamente.

Terminámos com a Eucaristia. Aí, entregámos ao Senhor todos os propósitos que neste encontro pudemos fazer para a nossa vida, bem como entregámos o entusiasmo missionário em cada um gerado e revigorado neste encontro.

Foi um encontro em que, rezando e partilhando juntos, pudemos animar-nos mutuamente enquanto família comboniana a ser missão, a entusiasmarmo-nos pelo anúncio e pelo testemunho, a fazê-lo “apressadamente”, com vigor e perseverança, em qualquer circunstância!

LMC Portugal

Filipe Oliveira

Encontro de Formação – Missão Hoje: Como? Porquê? Para Quê? A igreja em ato

LMC Portugal
LMC Portugal

No fim-de-semana 18 e 19 de maio, o grupo de formação LMC reuniu-se para marcar o encontro do mês, com o seguinte tema: “Missão Hoje: Como? Porquê? Para Quê? A igreja em ato”.

Apesar do grupo estar reduzido, o encontro foi bastante rico e com muito conteúdo. No seu enquadramento, fomos inicialmente interpelados com uma grande questão: “Porquê a Missão?”. As respostas variadas chegavam à mesma conclusão, o amor de Jesus Cristo que nos leva a ir mais longe. E para recordar que Jesus foi o primeiro Missionário, o tema seguiu-se com a passagem do Caminho de Emaús, em que os discípulos, desanimados, reconhecem em Jesus como “aquele” que lhes fazia arder o coração quando falava.

Além das passagens, também aprofundámos e interpretámos um trecho da Carta Encíclica Redemptoris Missio do Sumo Pontífice João Paulo II sobre a validade permanente do Mandato Missionário, refletindo as palavras-chave sobre o sentido da Missão e do ser Missionário. Nesta carta, o Papa João Paulo II convida a igreja a renovar o seu compromisso missionário, revelando que “A missão é um problema de fé, é a medida exata da nossa fé em Cristo no seu amor por nós”.

Após o almoço de sábado, visitámos a casa das Irmãs Missionárias Combonianas, que partilharam um pouco das suas experiências, testemunhos e vida Missionária.

Após esse momento, regressámos para continuar com o tema e passámos para a leitura da Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa para o Ano Missionário e o Mês Missionário Extraordinário, que convida todos os Cristãos a viver um ano de encontro com Jesus Cristo, em estado permanente de Missão; viver a Missão e a renovação Missionária.

À noite do mesmo dia, vimos o Filme “Francisco e Clara” – filme esse que nos fez refletir sobre as suas vidas de luta por amor a Jesus Cristo e a dedicação aos marginalizados.

O domingo iniciou com uma bela dedicação à Mãe, Maria Rainha das Missões, celebrando a primeira oração do dia, junto da sua imagem no exterior da casa. Após o pequeno almoço, até à eucaristia, estudamos um excerto da Exortação Apostólica Evangelli Gaudium e entramos em contacto, através de uma videochamada com os leigos Pedro Nascimento e Carolina Fiúza, que partilharam os seus testemunhos, desde que chegaram à Etiópia. E foi com a Eucaristia que terminámos este encontro, cheio de frutos, com a certeza que saímos na Alegria de Jesus Cristo que nos fez e nos quer missionários, todos os dias e em todos os locais.

LMC Portugal

Mónica Silva