Leigos Missionários Combonianos

Encontrar é fortalecer a nossa caminhada coletiva

COP30_Brasil

Participar da COP-30, em novembro de 2025, e do Fórum da Família Comboniana foi uma experiência muito marcante na minha vida. Foram dias intensos de escuta, aprendizado e partilha, nos quais pude acompanhar de perto debates importantes sobre justiça climática, o cuidado com a Casa Comum e a defesa dos povos e dos territórios.

Durante esses dias, vivi experiências muito significativas, como o Tapiri, um espaço de diálogo inter-religioso marcado pelo respeito, pela escuta e pela diversidade de crenças. Também tive a oportunidade de conhecer melhor o trabalho que os Combonianos realizam em outros países, o que ampliou meu olhar sobre as lutas, os desafios e os compromissos assumidos em diferentes realidades.

Outro momento muito importante foi a visita à comunidade de Piquiá. Essa visita permitiu apresentar aos participantes do Fórum da Família Comboniana, que vieram de fora, um pouco da nossa história, das nossas lutas e da resistência do nosso povo. Eles visitaram o Centro Comunitário Frei Tito e também comunidades do interior. Foi um momento de partilha, visibilidade e fortalecimento da nossa caminhada coletiva.

Foi muito bom rever pessoas, conversar com novas pessoas e conhecer culturas diferentes. Levo comigo cada conversa, cada aprendizado e cada história vivida. Foi uma experiência marcante, e voltei ainda mais fortalecida para seguir na caminhada, com fé, responsabilidade e compromisso com a transformação social e ambiental.

Mainara Bezerra, jovem de Piquiá/MA/Brasil

Como alcançar a Paz?

Paz
Paz

Agora que nos aproximamos do final do ano, os nossos irmãos LMC da Alemanha oferecem-nos os cartazes que prepararam para promover a paz. Este é um compromisso que devemos sempre promover.

Entre as ações que desenvolvem na Alemanha está a promoção da Paz. Estes cartazes são oferecidos gratuitamente a professores, educadores e comunidades cristãs.

Não podemos desistir deste compromisso.

O Príncipe da Paz nasceu em Belém para que todos vivamos como irmãos.

Feliz Natal, que a paz reine em todo o planeta.

Põe a semente na terra não será em vão, não te preocupe a colheita plantas para o irmão.

Tito

Olá irmãos, sou Tito Leigo missionário Comboniano do Brasil atualmente em missão em Moçambique na África, mas precisamente na missão de Anchilo provincia de Nampula.

Meu trabalho aqui é coordenar e orientar um grupo de trabalhadores na produção agrícola, hortifrutos e animal para que eles possam assim trabalhar a terra e dela tirar o sustento de suas familias.

Aqui no Anchilo no centro Catequético Paulo Vl a produção é para ajudar na alimentação das lideranças que participam dos encontros de formação pois todos os meses temos de 2 a 3 e até 4 encontros de formação (Catequistas, Anciãos, Justiça e Paz, Família, jovens, IAM, Mamás entre outros Ministérios.

Eu fico feliz por poder ajudar desta forma na Formação de lideranças.

Isso também é missão.

Tito, Leigo Missionário Comboniano em Moçambique.

Como é bom receber o fruto do trabalho!

Casa Familiar Rural

É muito bom produzir com dedicação, buscando a qualidade daquele alimento nutritivo, saudável e diferenciado. Mas vendê-lo e obter um preço justo, ouvir os elogios de quem leva para a sua mesa, é ainda melhor.

Foi um pouquinho disso que nossas alunas e alunos do terceiro ano da Casa Familiar Rural de Açailândia viveram nesta sexta-feira graças a uma parceria dos movimentos sociais com a Secretaria Municipal de Agricultura de Açailândia e o projeto PAGES da SAF/ Estado do Maranhão. Uma Feira Agroecológica da Agricultura Familiar.

Já é o segundo ano que a Casa Familiar Rural de Açailândia, num projeto das disciplinas de Economia Rural, Introdução à Agroindústria e outras, faz um microcrédito para que os nossos estudantes tenham uma primeira experiência de empreendedorismo na economia solidária. Emprestamos valores de R$ 500 para que grupos de 4 a 5 jovens produzam algum produto baseado em ingredientes da agricultura familiar e tenham uma experiência de comercialização. Assim, produziram geladim, trufas, bolo no pote, pé de moça… muito saborosos e venderam em eventos na escola e nas feiras.

Todos devolveram o microcrédito e ainda tiveram lucros significativos, além de aprender a organizar a produção, a comercialização, trabalhar de forma cooperativa, administrar os custos de produção, fixar os preços e dividir os lucros. Ganha-ganha!

Além disto, também venderam a produção rotineira de todos os estudantes da CFR: peixes, hortaliças, fava, puba…

E ainda ajudaram nas vendas de outros feirantes.

Cooperação é o caminho para a agricultura familiar e para a superação do capitalismo!