Leigos Missionários Combonianos

Dois novos membros da comunidade polaca dos Leigos Missionários Combonianos

Adela e Tobiasz

 

No dia 3 de Junho – Solenidade do Sagrado Coração de Jesus – dois novos membros se juntaram oficialmente à comunidade polaca dos Leigos Missionários Combonianos (LMC). Durante a Eucaristia, Adela e Tobiasz expressaram formalmente o seu desejo de seguir a vocação missionária, no espírito de São Daniel Comboni. Estes expressaram o seu compromisso na presença de alguns missionários combonianos, amigos e convidados, gratos pela sua vocação, pela sua fé e pela presença de Deus nas suas vidas. Ambos salientaram que, graças ao seu amor conjugal, querem ser um sinal de Deus. Gostaríamos, como comunidade dos LMC, agradecer a Deus pela Adela e pelo Tobias, e orar por eles. Eles foram capazes de confiar nEle e de, corajosamente, deixar-se guiar por Ele, e, por isso, acabaram de dar o primeiro passo neste caminho comboniano. 🙂

Tempo de mudança

nuevas-LMC-Mongoumba

No dia 13, dia de Nossa Senhora de Fátima, começaram as mudanças na Comunidade Apostólica de Mongoumba, com a partida do padre Maurice para Roma, onde irá participar numa formação para mais tarde ser formador dos jovens que querem ser eles também, missionários combonianos. Que Maria interceda por ele para que se adapte bem à sua nova comunidade, onde vai passar este tempo de formação, e para que dê um bom testemunho de Fé e de Amor a todos que cruzarem o seu caminho.

No dia 23 tivemos a alegria de receber  a Ana, LMC, jovem polaca, que chega de Kinshasa, onde esteve a aprender o francês. Pedimos ao Senhor da Messe que nos ajude, neste tempo de integração para a Ana, a sermos exemplo de amor, de alegria e também de compaixão e de serviço, para com o povo ao qual fomos enviadas.

Ontem foi a vez de chegar de Paris, onde esteve a aprender o francês, o padre Fernando, mexicano. Nestes primeiros meses da sua estadia em Centroáfrica, a comunidade Apostólica de Mongoumba crescerá, pois será lá que o padre Fernando aprenderá  o sango. Para onde irá depois não se sabe…

O mês de Julho será de novo tempo de mudança com a partida da Élia. A Missão fica sem uma pedra muito forte…de gesso! Será que ela vai voltar um dia? Isso só Deus sabe! Por agora, resta-nos agradecer-lhe desde de já, todo o bem que ela fez a este povo e a esta comunidade. Que o Senhor a acompanhe sempre.

M-Augusta-Mongoumba

Um grande abraço para todos os leigos e um muito especial a todos os que têm celebrado os seus aniversários.
Maria Augusta e Élia.

LMCs RCA

Acaba-se uma coisa e começa-se outra

Ewa“As nossas crianças  acabam de terminar o seu período de férias. Que, neste ano, foram excepcionalmente mais longas: três meses, por causa das eleições presidenciais, que se realizaram no passado dia18 de Fevereiro. Felizmente, por aqui tudo correu calmamente e sem problemas maiores. Daqui a umas três semanas, já estarei de novo na Polónia. Bem, acaba-se uma coisa e começa-se outra. Durante o período de férias, passei a maior parte do tempo com as crianças mais pequenas, com aquelas que têm maiores dificuldades na escola. Era uma espécie de aulas de recuperação. Depois das aulas, passávamos muito tempo com as crianças, para nos divertirmos juntos, brincando e pintando, criando objectos de barro e papel, para depois os colorir e recortar. O que na Polónia é comum, mas para as minhas crianças no Uganda tratava-se de algo novo e muito especial.”

Apesar de a minha profissão ter a ver com a administração, aqui também trabalhei como baby-sitter e assistente social. Todo este tempo que estive aqui, fui descobrindo que este é um bom lugar para mim. É incrível e surpreendente, porque nunca quis, e nem nunca tinha pensado em fazer o que fiz. A missão é assim, ensina-nos a obedecer e a estar nos lugares onde é mais preciso estar, e não onde se mais gosta ou se gostaria de estar. Às vezes a nossa imaginação não se coaduna com a realidade, é bem diferente e distante das necessidades reais do mundo. Aqui, descobrimos como se tornam importantes o tempo, a oração e a abertura ao Espírito Santo. Os três pilares para se chegar a descobrir, neste contexto particular, o que Deus quer de nós. Não posso dizer que agora já descobri tudo, mas estou numa atitude contínua de procura. Estou a começar a entender por que fui enviada para aqui. Agora, quando o meu período missionário de dois anos terminar, sei que quero voltar para aqui, para junto das minhas crianças de St. Jude.

EwaSt. Jude não são só as crianças, mas todas as pessoas que lá trabalham. As baby-sitter e assistentes sociais, com quem passo muito tempo. No início do meu serviço missionário, o meu trabalho era dedicado à gestão de todos os funcionários, o que não foi nada difícil, pois era a mais jovem de todos, mas devia supervisionar tudo e todos. Devia verificar e avaliar. Não era uma situação confortável, porque achava que tinha vindo para ali para ajudar e não para controlar. No entanto, como já referi antes, a missão ensina-nos a humildade e, também, ajuda a conhecermo-nos melhor a nós mesmos e aos nossos conhecimento e comportamentos. Tenho que admitir que, às vezes, as coisas que pareciam as mais evidentes, terminaram com um mal-entendido. O modo de ser, de falar, de gesticular foram interpretados de forma incorrecta. Ao longo do tempo, felizmente, tivemos oportunidade de aprender uns com os outros.
A missão também é comunidade. O que, para mim, foi extraordinária. Em Gulu, onde tudo era novo para cada uma de nós quatro, fomos capazes de criar uma comunidade. Como aquela que já existia em Matany, onde trabalhou a Danusia, outra LMC polaca. Éramos quatro jovens e inexperientes: três polacas e uma espanhola. Juntas, trabalhamos, rezamos, conversamos, descansamos, mas também discutimos e tivemos os nossos mal-entendidos. Mas tudo foi belo, preciso, intenso. O que sempre nos manteve unidas foram as pessoas, a missão e, em especial, a oração. Cada uma de nós é uma imagem diferente de Deus, mas com a mesma fé e com um coração grande e aberto.
Em nome da minha comunidade e de mim mesma, gostaria de agradecer a todas e a todos aqueles que nos apoiaram com os mais pequeninos gestos, com um postal ou um e-mail. Em nome das minhas crianças, gostaria de agradecer também todo o apoio económico, o que, graças a ele, permitiu-nos fazer uniformes para as crianças, melhorar a comida e a saúde… enfim, permitiu-nos colorir um pouco mais a vida de cada uma daquelas crianças. Mas acima de tudo, gostaria de agradecer por cada uma das vossas orações, por terdes pensado em nós… pois, sem vós, não teríamos podido estar aqui.

Ewa

Ewa Maziarz, LMC

1º Dia – comunidade PI (preparação imediata) internacional

Braga

Foi com grande entusiasmo e atenção que a Comunidade Académica de Braga esteve com a Kasia e a Barbara neste que foi o primeiro destas LMC em Portugal.

Durante esta atividade, promovida pela Pastoral Universitária de Braga, as LMC partilharam as suas histórias de vida e o seu testemunho missionário neste tempo que antecede a partida para a Missão de Carapira.

LMC Portugal

 

Comunidade internacional de formação em Portugal

Portugal LMC

É com alegria que acabamos de receber entre nós a Bárbara (LMC italiana) e a Kasia (LMC polaca) que irão ficar connosco até abril para a aprendizagem do português. Esta preparação tem em vista a partida para a Missão de Carapira, Moçambique.

Durante este tempo ambas partilharão vários momentos connosco e juntos faremos uma caminhada rumo a uma maior internacionalização.

A elas damos as boas-vindas e a todos pedimos a oração para este tempo de formação específica que antecede a partida missionária.

LMC Portugal