Leigos Missionários Combonianos

Celebração dos 75 anos da paróquia Imaculado Coração de Maria de Anchilo

LMC Anchilo

Foi com muita fé e alegria, que no domingo dia 13 de julho, com a presença das comunidades e do povo de Deus em geral, de vários padres e do reitor do seminário diocesano, celebrou-se a santa missa, presidida por Dom Inácio Saúre, I.M.C., Arcebispo da Arquidiocese de Nampula e presidente da CEM (Comissão Episcopal Moçambique).

Fazendo parte da festa dos 75 anos, como foi bonito o almoço partilhado e a tarde com momentos culturais apresentado pelas comunidades da paróquia!

Encerou-se este lindo momento de Fé com a bênção do pároco aos fiéis.

Tito, LMC em Moçambique

1ª Celebração do Natal, no Piquiá da Conquista, símbolo de luta e esperança

Brasil

No último 25 de dezembro, aconteceu a 1ª celebração de Natal, no centro comunitário do Piquiá da Conquista, em Açailândia. Reuniram-se, padres Combonianos, leigos missionários, e a comunidade local composta pelos novos moradores do bairro. O Piquiá da Conquista é fruto de mais de uma década de luta da população do Piquiá de Baixo, que enfrentou condições insalubres e violações de direitos devido à poluição industrial. Essa mobilização resultou em uma vitória histórica: o reassentamento em um espaço digno, onde hoje as famílias constroem uma nova vida.

Marcelo Moutinho, psicólogo e LMC brasileiro, que esteve animando com sua esposa Adriana a celebração relata: “Em visita ao Maranhão, eu ansiava por retornar ao Piquiá da Conquista, depois da conclusão das obras, para testemunhar e juntos celebrar essa grande vitória, que há de se tornar inspiração para os diversos desafios que os cristãos vivem no dia a dia da missão e lutas por direitos humanos. Os LMC no Brasil, através das diferentes presenças ao longo dos muitos anos da luta, de Xoán, Ilária, Federico, Liliana, Flávio, Gabriel, Anna e outros apoiadores, junto com a comunidade dos Padres Combonianos desta paróquia, participaram ativamente de diversas etapas desta realização”.

Os Leigos Missionários Combonianos, como parte da família Comboniana, atuam em parceria com comunidades para evangelizar e construir justiça social, sendo sinais de esperança e solidariedade nos contextos mais desafiadores da igreja, tais como a causa indígena, os desafios das periferias urbanas, a Justiça Restaurativa no Sistema prisional (APACs) e a luta pela moradia digna.

A celebração foi um momento de profunda espiritualidade e fraternidade, simbolizando o renascimento da vida e da fé. Que o exemplo de luta e resiliência dessa comunidade inspire mais pessoas a se unirem à missão comboniana de espalhar o amor, a justiça e a paz que o Natal nos convida a viver. Afinal, o verdadeiro sentido do Natal está em construir, juntos, um mundo mais justo e humano.

Adriana e Marcelo Moutinho, casal LMC brasileiro

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Encontro da Família Comboniana em Vitória (ES-Brasil)

LMC Brasil

Na manhã de sexta-feira, dia 07/06/24, nos encontramos para celebrar e partilhar um momento em família. Família Comboniana.

O encontro iniciou com a celebração da palavra, que foi presidida pelo padre Carlo Faggion, também estiveram presentes os padres Elio, Vincent e Willy. Fomos acolhidos pelas Irmãs Combonianas, ali residentes. Eu participei representando os Leigos Missionários Combonianos.

“Testemunha críveis de uma nova humanidade e de solidariedade” trecho da reflexão do padre Carlo. Ele também nos apresentou um quadro com uma ilustração de São Daniel Comboni na cruz com Cristo. Uma imagem recheada de simbolismo e que nos provoca muitas reflexões neste dia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus.

“Trata-se do casamento de Comboni com a Cruz e o olhar único de Jesus e Comboni. África está no coração.”

Tranquillo Dias, LMC no ES (Espírito Santo)

Reencontro com os adolescentes do Ipê Amarelo

LMC Brasil

Voltar à minha terra, ao meu país, é maravilhoso. Mas nada se compara à alegria que me proporcionaram as crianças com quem trabalhei no Ipê Amarelo.

Isabela, Larissa, Laisla, Erik são alguns dos hoje adolescentes que fizeram parte do coral infantil.

Depois de 2 anos e 4 meses em Moçambique, volto ao Ipê Amarelo e tenho uma recepção nunca esperada.

O abraço forte e o: “que saudades eu tinha de você” que ouvi de cada um deles foi o momento mais emocionante que senti. Para mim essa é a melhor recompensa do missionário.

Depois de nos encontrarmos na igreja, a pedido deles marcamos um momento para relembrarmos o que vivemos e para cada um partilhar o que viveram depois que sai. Os trabalhos, estudo e para desabafarem.

Foi um momento muito agradável, conversamos, e cada um falou da expectativa para o futuro.

Tito e eu partilhamos com eles um pouco da nossa vivência em Moçambique.

Fizemos um lanche e terminamos o encontro olhando fotos das apresentações, teatros e os primeiros ensaios do coral anos atrás. Demos muitas risadas. Foi maravilhoso.

Sou grata a eles e mais ainda a Deus por me permitir viver tão linda experiência.

Regimar. LMC