Leigos Missionários Combonianos

Comunidade LMC “Ayllu” em Peru

Ser comunidade é partilhar aquilo que somos com os outros, é ir até às periferias.
Neste vídeo partilhamos aquilo que vivemos em Villa Ecológica (Arequipa, Peru) e o trabalho que desenvolvemos com as pessoas idosas, crianças, famílias e doentes a nível social e pastoral.

Vejam e conheçam o nosso caminho, o que somos, onde estamos e com quem estamos.


LMC Ayllu em Peru

Últimas notícias de Maria Augusta da Missão de R.C.A.

Centroafrica

A Leiga Missionária Comboniana Maria Augusta Pires, de Janeiro de Baixo, que está em missão na República Centro-Africana (na Missão de Mongoumba), aproveitou mais uma vinda à capital (Bangui) para enviar notícias. Rezemos pela paz naquele país e por todos os missionários! Eis o texto enviado por ela [para o jornal da sua paróquia, O Astrolábio]  no passado dia 25 de Maio:

Eu e todos os membros da comunidade apostólica estamos de boa saúde, graças a Deus.

Estamos em Bangui para fazer compras… a Ana tinha a viagem marcada para o dia 18, mas, como a adiou para o dia 8 de Junho, tivémos que vir na mesma, porque nos faltavam medicamentos e muitas outras coisas necessárias no dia-a-dia, e também já tínhamos a despensa quase vazia.

No dia 12 de Junho voltam o Gervelais e o pai, de Dakar. Damos graças ao Senhor porque correu bem a operação. Espero que ele esteja contente e de boa saúde.

No dia 11 de Maio, foi morto, espancado, um enfermeiro do hospital acusado de “likundu” (feitiçaria). Ficámos todos muito tristes com este acontecimento. Esperamos que seja feita justiça e que os que lhe causaram a morte sejam bem castigados, a começar pelas autoridades que lhe recusaram protecção… Pedimos ao Senhor que nos ajude a defender as pessoas apontadas de tal maldição. Já houve vários casos de pessoas acusadas e que foram protegidas pela Missão e por alguns cristãos corajosos. Que o Senhor da vida faça que tal nunca mais aconteça com ninguém e que todos os cristãos tenham a força de denunciar tais violências.

No dia 1 de Maio, em Bangui, na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, durante a Eucaristia, foram mortas 16 pessoas e 100 ficaram feridas pelos rebeldes. Acabaram por falecer 22 pessoas, entre elas, um dos padres que estava a concelebrar. Os habitantes deste bairro continuam com muito receio de serem atacados de novo. Rezem muito por este nosso povo, que já está cansado de sofrer…

Eu, se Deus quiser, não voltarei a Bangui antes da partida para Portugal, pois, no mês de Junho, estarei muito ocupada com as avaliações dos alunos e os trabalhos do final de ano. No dia 4 de Julho, parto de Centro África e chego a Lisboa no dia 5, à tarde. É como no ano passado. Voltarei à Missão, se Deus assim o quiser, no início de Setembro. A Cristina está animada, continua a estudar o sango [língua local].

Estamos sempre unidos pela oração, isso dá-nos muita força e coragem. Um grande abraço Missionário, do tamanho do mundo, para o Padre João e Padre Orlando e todos os féis a vós confiados. Até breve!

Com muita amizade

Maria Augusta

 in o Astrolábio

ANO V – Nº 121 – 3 de Junho de 2018

Paróquias de Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fôjo, Unhais-o-Velho e Vidual

Jornal “Caminho – notícias da missão no Peru

LMC Portugal

Partilhamos mais um pedaço do Jornal Caminho de Abril da Paróquia de Cristo Rei da Vergada.  Hoje com notícias do Peru pela LMC Neuza Francisco. 

Amar é a partida

Desde que cheguei aqui, tenho descoberto a cada dia que passa, o amor. Um amor que exigiu e exige continuamente uma partida, uma partida de nós próprios, uma partida de tudo o que já conhecemos, uma partida que exige que te ponhas a caminho. Precisamos amar o mundo e tudo o que n’Ele espelha o amor de Deus. Aqui encontrei uma outra forma de amar, encontrei um amor disponível, um amor simples, um amor que brota da honestidade do que tenho e do que partilhando permitimos doar e receber do outro. Assim de forma desinteressada. Um amor que brota de um crescer juntos, como irmãos. É aqui que sinto ardentemente que tenho que estar. É neste irmão que sinto todos os dias o chamamento de Deus. É nas subidas e descidas dos grandes montes que me rodeiam que encontro constantemente sorrisos, lágrimas, encontro braços que me esperam, olhos que refletem história, muita história.

É por estes caminhos de terra que todos os dias caminho, que encontro testemunhos que me convertem e me fazem agradecer a Deus, o milagre da vida. Agradeço, ter sido uma das suas escolhidas. Pouco a pouco, vou conhecendo não apenas os seus rostos, a sua expressão, vou conhecendo cada nome, cada casa, cada família. Já são muitas as vezes em que escuto de longe que me chamam “Andrea, hermanita Andrea”. Sim aqui todos somos irmãos e irmãs.

Um dia vos contarei a história do meu nome. Sinto-me um deles. Somos uma família.

Ai Peru, que roubaste o meu coração!

Na partilha do que têm, sim, dão-te muitas vezes do pouco que têm e do muito que são. Fazem questão. São muitas as vezes em que no regresso, trago o regaço cheio com meia dúzia de maçãs do senhor que vem ao encontro de idosos, com uma banana que durante o caminho o senhor da pequena mercearia me ofereceu, com os grãos de milho que me ofereceu uma das famílias que visitei ou com duas ou três batatas, da senhora que estava doente, me ofereceu.

Aceitamos a cada dia crescer juntos. Aceitamos a cada visita, ajudar-nos a carregar a cruz de cada um. Somos palavras de aconchego mútuo, somos sorrisos, somos silêncios que se confessam, somos lágrimas. Somos, na consequência do ser-se, frágeis e muitas são as vezes em que de joelhos nos reconciliamos com o amor.

Na humildade de cada pessoa que cruza o meu caminho que encontro o rosto de um Deus, um Deus misericordioso.

Na alegria e na dor do dia a dia encontro o sentido da vida. E cada vez que ao longe, avisto uma família, um conjunto de crianças que me esperam, avisto dois braços, os braços de Cristo.

LMC PortugalNeuza Francisco, LMC

Em Missão, no Peru

Jornal “Caminho” – a entrevista a Márcia Costa

LMCFoi em Abril que os LMC estiveram presentes na Paróquia de Cristo Rei da Vergada. Como tal, o seu Jornal Caminho de Abril, foi especialmente dedicado ao Movimento dos LMC. Neste especial edição, podemos ler uma entrevista à LMC Márcia Costa, um Testemunho do casal LMC Carlos e Sandra e notícias do Peru pela LMC Neuza Francisco.

 

A entrevista a Márcia Costa, por Sofia Coelho

Márcia Costa, Leiga Missionária Comboniana, natural de Aveiro, nasce a 18 de julho de 1982. Conheci Márcia, em Moçambique, em agosto de 2015 e é lá que tenho o privilégio e consigo realizar este trabalho, mais um testemunho missionário. Já se passaram mais de dois anos e chegou a hora de publicar estas páginas de Missão. Mais um rosto de missão!

Sofia Coelho: Como encontraste Comboni? Conta-me um pouco do teu percurso.

Márcia Costa: Bem, eu digo que encontrei Comboni, um bocadinho por acaso, eu estava na universidade em Viseu e na altura era animadora de Juventude Operária Católica (JOC). E umas amigas em partilha…falaram-me de Comboni e do grupo Fé e Missão, convidaram-me para participar numa semana de animação missionária e lembro que na altura coincidia com o acampamento anual da JOC. Com esforço consegui conciliar e fui participar nessa semana, mas não conhecia Comboni, o que sabia ainda era muito pouco. Quando estamos a fazer uma caminhada, estás no teu caminho, respeitas naturalmente as caminhadas dos outros, mas vais passando ao lado. E como dizia, participei, gostei muito da experiência, passamos uma semana a trabalhar num lar de idosos e com outros jovens e foi aí que comecei a conhecer um pouco Comboni.

SC: E depois…?

MC: Depois resolvi fazer a caminhada do Fé e Missão para conhecer melhor, um pouco mais de Comboni. Porque eu sempre quis partir para outros países, mas eu pensava…partir ligada à Cruz Vermelha, ou a alguma instituição. Sempre quis esta parte social, trabalho social, ajudar as pessoas. Mas ao ir caminhando e avançando na espiritualidade começou a fazer sentido fazê-lo num serviço a Cristo. Como uma vocação…

SC: Márcia e Comboni fez sentido?

MC: Sim. À medida que eu fui conhecendo um bocadinho melhor, fez sentido, o seu carisma. O seu lema de “Salvar com África”, é naquilo em que eu acredito, penso que nós devemos trabalhar para formar líderes, deve ser o próprio povo a proclamar a sua autonomia, o seu desenvolvimento e o seu reino de justiça e paz. Ajudar as pessoas a acreditarem em si mesmas, a acreditarem que Deus está no meio deles. Entendi que era por aqui o meu caminho.

SC: E esse caminho? Dúvidas? Como chegaste aos LMC’S (Leigos Missionários Combonianos)?

MC: Claro que tive muitas dúvidas. Sabes ainda por cima existe aquela célebre frase, “Para as Missões, Santos e Capazes…” E eu pensava muitas vezes nem santa, nem capaz, e se é isso que querem então não é para mim…(risos…)

SC: Entendo bem (risos…)

MC: Mas fui querendo conhecer melhor e mais Comboni. E depois da caminhada do Fé e Missão fui então para os LMC´s.

SC: Márcia os nossos leitores, na sua maioria, talvez nunca tenha ouvido falar dos Leigos, queres explicar, um bocadinho, para todos entendermos?

MC: Um Leigo, é uma pessoa comum… um Cristão comum que decide dedicar um bocadinho a sua vida para uma Vocação. No nosso caso, partilhamos a Espiritualidade Comboniana…este Salvar África com África, estar disponível a partir ao encontro de outros povos de outras culturas e de aprendermos um caminho de salvação/de conversão, o ter a certeza que não caminhamos para salvar, mas que somos salvos com o povo. Porque é Deus quem nos salva. Ser Leiga então é fazer este caminho de Cristo.

SC: Que idade tinhas quando assumiste este caminho?

MC: Upss…dois anos de formação…eu tinha uns 26 anos, quando fiz o meu compromisso. Parti em seguida para França para aprender o francês e só depois fui para a República Centro África.

SC: Muito bem. Antes de contares a tua experiência missionária na República Centro África e mesmo antes de falares desta que hoje vives aqui em Carapira, Moçambique, diz-me o que é a Missão?

MC: Ui…(hesita…) o que é a Missão? (risos…) Não é uma resposta fácil, porque a Missão tem vários aspetos na Missão. Tem a dimensão do eu; a dimensão dos Outros e a dimensão de Cristo. A Missão é Cristo! E dentro da dimensão que é Cristo, tem o encontro com o Outro. E dentro do encontro com o Outro, tens o caminho de conversão pessoal. E Sofia, digo isto porque por vezes quando pensamos na Missão, pensamos só no que vamos dar, porque queremos dar e nós somos assim, gente que gosta de dar, e quando chegamos à Missão encontramos outros povos que vivem de outra maneira, que vivem com diferentes formas e que vivem com diversas dificuldades mas que são felizes e vivem Cristo, não à tua maneira mas à maneira deles vivem Cristo, e é complicado porque quando vês Cristo é a maneira correta, foi a maneira que te transmitiram, a maneira como o vês desde pequenina e por isso é correto. E é difícil por vezes aprender esta abertura. É todo um caminho que é preciso fazer, parece fácil quando fazemos o curso de missiologia, quando falamos de inculturação, nós somos “super disponíveis”, “super tolerantes”, “capazes de amor incondicional”, e aqui falo por mim naturalmente não é assim tão simples, na prática, chegas e vês-te confrontado com uma realidade toda ela diferente e naturalmente tens reservas… Não é assim tão linear, por isso falo em conversão pessoal, porque vais aprendendo as tuas limitações e à medida que estás a “lavar os pés aos outros” eles estão a lavar os teus também e assim mostrar-te que também têm Deus. E percebes que Deus é muito mais do que aquele Deus que conheceste desde pequenino, Deus é muito maior. E nós somos a Imagem de Deus! Não sei se me estou a fazer entender, não te consigo falar em missão numa palavra, ou numa frase.

SC: Sim entendi, e penso que foste muito clara, e creio que o/a leitor/a também irá perceber, agradeço a forma sincera como respondes à questão, sem frases feitas, contando de facto uma realidade. Márcia tenho aqui mais algumas perguntas, mas antes dá-me alguns exemplos em que vês Deus, em que vês esta Imagem de Deus de que falas, consegues dar-me exemplos concretos? A partir da tua experiência pessoal?

MC: Eu lembro, esta imagem que temos de Deus, da Criação do mundo, olha por exemplo na RCA, tinha um Pigmeu, o Gabriel, e eu gosto muito dele, bastante sorridente, sempre a sorrir ele era fantástico. E ia lá muitas vezes a casa. E nós tínhamos uma mangueira (árvore de fruto) que estava seca lá na frente da nossa casa, e então pensei vamos cortar para depois plantarmos uma outra árvore. Então falei com Gabriel, “Gabriel podes cortar a árvore, nós pagamos”, ele disse que sim. E demorou dias para cortar a árvore e a mim fascinou-me o respeito dele pela criação de Deus, estranho como disse a árvore estava seca, mas ele muitas vezes parava e falava com a árvore, o respeito, o pedir-lhe desculpa e o agradecer-lhe por tudo o que ela já nos tinha dado. Aí está a imagem de Deus, quando estás lá (no teu país) a lutar com o mundo porque estás zangada com umas quantas coisas e porque tens a tua maneira de pensar… tu tens ali uma pessoa a falar-te de Deus, não aquele “teu” Deus tradicional, da Igreja, do batismo, mas aquele Deus que nos criou a todos, aquele Deus que criou toda esta natureza fantástica para nós. Por exemplo quando o homem ia apanhar o mel, enquanto o homem subia a árvore as mamãs faziam uma dança de agradecimento cá em baixo, para agradecer a árvore que acolheu a colmeia, para agradecer as abelhas que produziram o mel. Ali com os Pigmeus, aprendi esta simplicidade, vi a Laudato Si, ali ao vivo e a cores. Porque nós quando partimos, por vezes dizemos que vimos ajudar os “coitadinhos”, os “mais desfavorecidos”, ajudar a “miséria humana” e aqui volto a dizer-te que falo por mim,quando chego na missão entendo que a “miséria humana” existe realmente, mas muitas vezes ela vive dentro de mim, com as minhas limitações, com as minhas dificuldades de saber amar os outros, ou de saber escutar o Outro com o respeito que ele merece. Ou de promover mais a sua dignidade. Muitas vezes parece que estamos com um pé a cima, porque estamos com uma atitude de quem está para ensinar, quando nós devemos estar na atitude de aprender. E isto às vezes é complicado, ainda mais quando partes pela primeira vez, e nós vamos para dois anos, o teu primeiro pensamento é muitas vezes o de querer “salvar o mundo”, somos todos muito capazes…(risos…) muito sonhadores (mais risos…). Então tu queres chegar e “fazer” e antes de tudo mais é preciso escutar. Dar tempo de perceber a cultura. E tempo para não te zangares. Eu na RCA no início zangava-me muito. Não foi fácil, nós vivíamos numa situação muito pesada a nível social. O Povo Pigmeu era escravo, existia um sentimento de posse. A criança Pigmeia, não nasce livre. Então depois tem toda a questão da feitiçaria então quase que é impossível não te zangares. Mas precisas de aprender que mais do que falar é melhor ouvir. E é preciso caminhar juntos. Depois é verdade, são os teus católicos que estão a matar aquela pessoa que foi acusada de feitiçaria, é verdade, mas a pergunta é: “E se eu tivesse nascido aqui?”. “Qual era a minha atitude?” Então é preciso este caminho. E não é mais do que um caminho de amor. E Deus é amor. Mas o amor tem diferentes maneiras de ser interpretado. Então a maneira como experimento o amor é diferente, será diferente no Povo Macua, diferente no Povo Pigmeu…Então é preciso aprender como se vive o amor.

SC: Muito bem, RCA, teu primeiro destino de Missão, tinhas portugueses? Conta um bocadinho?

MC: Fui sozinha. Mas fui ao encontro e fazer comunidade com Susana Vilas Boas e Maria Augusta, ambas portuguesas e Leigas Missionárias Combonianas. Depois eu fui para casa das Irmãs, para aprender a língua local, e fiquei lá uns três meses, então quando regressei, já não estava a Maria Augusta, e fiquei a fazer comunidade com a Susana. Depois a Susana regressou e chegou a Élia também portuguesa e Leiga Missionária Comboniana. Nós não nos conhecíamos antes, mas era a mesma cultura.

SC: Quais eram as tuas funções na RCA? Aqui em Moçambique já vi que existe uma mistura, auxilias na escola, trabalhas na cantina, efetuas tarefas na enfermaria, na pastoral, trabalhas com grupos de Infância Missionária, na consciencialização e evangelização e na República Centro África como era, porque já senti que são realidades diferentes e se me permites senti uma certa paixão da tua parte pela Missão RCA?

MC: Lá nós tínhamos funções concretas, mas depois precisávamos de entrar todas um pouco em tudo. Mas lá existiam escolas de integração para as Crianças Pigmeias, uma no centro da missão e as outras ficavam no meio da Floresta. O meu trabalho era então acompanhar um bocadinho o trabalho realizado nas escolas e acompanhar também os pais, pois tentávamos incluir os pais no processo da educação, mostrar a importância de aprenderem a ler e a escrever até por uma questão de defesa do próprio povo.

SC: Vives a Espiritualidade Comboniana, tens alguma frase assim com a qual te identificas?

MC: Tem vários pensamentos de Comboni que fazem muito sentido, mas como te disse antes concordo muito com o lema de “Salvar África com África!”

SC: Márcia eu agradeço a tua disponibilidade em aceitares responder a estas questões, tinha outras, claro está, mas fica para uma próxima oportunidade. E quem sabe talvez em Portugal ou num outro país de Missão. Obrigada! E em nome da minha equipa jovem, agradeço o testemunho.

Obrigado Márcia.

Por: Sofia Coelho

Visita coordenador internacional LMC a Balsas

LMC BrasilNo dia oito de março deste ano tivemos a alegria de receber o coordenador internacional dos LMC’s, Alberto de la Portilla em visita ao Grupo de Espiritualidade Comboniana de Balsas-MA. Oportunidade essa que nos possibilitou aprofundar o conhecimento do trabalho realizado pelos LMC’s a nível mundial.

Foi uma bonita partilha que muito contribuiu para o fortalecimento do nosso grupo.

Nossa gratidão e que Deus abençoe a todos.

Paz e bem

Ortegal

Grupo de Espiritualidade Comboniana de Balsas